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1 de setembro de 2021 (3 semanas atrás)

Setembro Amarelo: saiba tudo sobre a campanha de prevenção ao suicídio

A cada ano que passa, o número de pessoas que cometem suicídio têm aumentado drasticamente. Na maioria dos casos, as causas desse problema chegam de forma silenciosa, impedindo que amigos e familiares possam ajudar a vítima de alguma forma.

Por isso, além de entender a importância de buscar ajuda quando temos esse tipo de pensamento, é essencial que outras pessoas saibam mais sobre o assunto e entendam de que maneira podem identificar e apoiar quem está passando por esse problema.

Foi com essa ideia que a campanha Setembro Amarelo começou. No calendário, o dia 10 de setembro é indicado como o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio, mas, com o objetivo de prolongar o período de conscientização, o mês acabou se tornando um marco na prevenção do problema.

Durante a campanha, empresas, influenciadores, profissionais da área e até mesmo pessoas que se solidarizam com o assunto costumam realizar ações com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a temática do suicídio.

Há alguns anos, a Apsen Farmacêutica é uma grande apoiadora da causa, conscientizando seus colaboradores e divulgando conteúdos exclusivos para todo seu público, como artigos e lives especiais.

A última campanha, realizada em 2020, foi a Jornada da Saúde Mental. Nela, a equipe da Apsen criou e disponibilizou dezenas de materiais conectados ao tema Setembro Amarelo.

A seguir, vamos entender como a campanha começou e analisar alguns fatores que podem ser os causadores desse problema.

 

Mas, afinal, por que Setembro Amarelo?

O jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio em setembro de 1994, nos EUA. Ele era muito conhecido por dar voltas pela cidade no seu Mustang 68 amarelo.

Para homenagear o rapaz, no dia do seu velório, seus pais e amigos mais próximos distribuíram cartões com fitas amarelas amarradas. Neles, tinham mensagens de apoio e força para pessoas que também estavam passando por problemas emocionais.

Essa foi uma maneira que a família encontrou para apoiar quem precisava de um ombro amigo e tentar evitar que mais casos como o de Mike acontecessem pela região.

Desde então, a ação tomou forma e desencadeou um movimento mundial de prevenção ao suicídio, simbolizado pela fita amarela.

A campanha chegou ao Brasil, no ano de 2015, com a ajuda do Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Aspectos sociais e culturais relacionados ao suicídio

Apesar de muitas pessoas entenderem como o resultado de um acontecimento específico, o suicídio é um comportamento ligado à interação de diversos fatores biológicos, genéticos, culturais e socioambientais.

Dessa forma, também deve ser considerado como a consequência final de diversas experiências e histórias que se acumulam na vida de um indivíduo como, por exemplo, o ambiente em que vive, as pessoas que conhece e as decisões que toma.

Por isso, os estudos sobre esse problema devem ir além dos âmbitos psicológicos e mentais. Em um dos episódio do Papo de Doutor, da Apsen, o doutor Kalil Duailibi, médico psiquiatra, fala sobre as principais causas do suicídio.

Saúde mental e suicídio – foco na depressão

Como citamos acima, existem muitas causas para a ocorrência de suicídios. Uma das principais, é a depressão – considerada atualmente como um dos maiores problemas de saúde pública mundial.

A depressão é uma doença mental que pode apresentar diferentes sintomas e níveis de gravidade. Entre eles, o esgotamento físico e mental, a sensação de desvalorização da própria vida, um sentimento de vazio e a incapacidade de seguir com as atividades diárias.

É nesse momento que a pessoa afetada começa a se questionar sobre sua própria existência, e por esse motivo a depressão é uma das grandes causas de suicídio em todo o mundo.

O tratamento da depressão deve ser feito por um conjunto de profissionais preparados para atuar na saúde mental, como por exemplo psiquiatras e psicólogos.

Suicídio em determinadas faixas etárias

Em algumas idades específicas, o suicídio vem se tornando uma das principais causas de morte, principalmente entre jovens, com idade média de 15 a 35 anos, e pessoas mais velhas, acima de 65 anos.

Saiba os principais motivos.

Suicídio na adolescência

Por ser um período novo e, muitas vezes, turbulento, a adolescência pode ocasionar diversas angústias, ansiedades e crises emocionais nos jovens – sensações que antes não faziam parte da sua rotina.

Além disso, a transição de gerações também acarreta uma série de responsabilidades e novas experiências, como relacionamentos, decisões sobre o futuro e até mesmo mudanças de humor e personalidade.

Muitas vezes, essa reunião de novas informações pode ser compreendida de forma negativa pelos adolescentes. O medo, a incerteza e o turbilhão de emoções podem ser responsáveis pela decisão de tirar sua própria vida.

Suicídio na terceira idade

Por outro lado, os idosos também têm sofrido com um aumento significativo do número de suicídios. Diferente dos adolescentes, aqui, lidamos com pessoas que já viveram mais da metade da sua vida.

Já perderam entes queridos, sofreram com as mudanças corporais e, até mesmo, se viram totalmente desintegrados da sociedade. Muitas vezes, por se sentirem sem valor, eles acabam acreditando que a vida não tem mais sentido.

Outros acabam perdendo, além dos elos familiares, a autonomia física, psicológica e econômica, não conseguindo levar uma vida saudável e com qualidade, fato que os fazem perder o propósito.

Terapias e tratamento de transtornos mentais

Com a ajuda de médicos, psicologos e outros especialistas, é possível encontrar várias formas de tratar as doenças mentais ou neuropsiquiátricas. Basta escolher aquela que faz mais sentido para o estado do paciente.

Esse acompanhamento deve começar o quanto antes. Dessa maneira, a junção de diferentes especialidades clínicas integradas às várias fases da vida do indivíduo podem ser extremamente importantes para a prevenção de doenças mentais e do suicídio.

Os tratamentos, normalmente, incluem técnicas de psicoterapia, métodos de relaxamento, terapia comportamental e hipnoterapia, cuja finalidade é cuidar de questões relacionadas à mente e aos problemas psicológicos, além dos tratamentos farmacológicos.

Procure um médico especialista para mais informações.

Importância do CVV – Centro de Valorização da Vida

O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma ONG que oferece apoio emocional aos indivíduos que sofrem com depressão, ansiedade e que buscam uma solução por meio do suicídio.

Os voluntários ficam à disposição para conversar 24 horas por dia. Para entrar em contato, basta ligar para o número da ONG e esperar o atendimento. O contato é totalmente sigiloso, então, nenhum tipo de informação pessoal é solicitado durante a conversa.

Em crises de angústia, o desconforto toma conta dos pacientes, principalmente em momentos de desabafo com parentes ou amigos mais próximos. Por isso, o CVV é um ótimo caminho para que as pessoas se sintam à vontade para conversar.

No entanto, lembre-se: nada substitui o acompanhamento psicológico. O CVV e muitas outras ações são apenas alternativas criadas para ajudar ainda mais no processo.

Apsen no combate ao suicídio

A Apsen Farmacêutica se preocupa com a saúde de todos, inclusive a mental. Por isso, apoiamos todas as causas e oferecemos auxílio para pacientes ou pessoas que convivem com alguém que tenha pensamentos suicidas.

Durante todo o mês de setembro, faremos lives especiais em nosso instagram oficial com médicos especialistas, abordando temas voltados ao autocuidado e à saúde mental.

Continue apoiando a campanha do Setembro Amarelo e conte com a Apsen Farmacêutica em todos os momentos.

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