Como conviver com a intolerância à lactose? Entenda essa deficiência silenciosa
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Saúde Digestiva

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4 meses atrás

Como conviver com a intolerância à lactose? Entenda essa deficiência silenciosa

Quando falamos em intolerância à lactose a primeira coisa que vem em nossa cabeça é que a pessoa não pode mais ingerir leite. Na maioria das vezes, pensamos que é uma condição para o resto da vida. Mas a verdade é que, apesar de médicos estimarem a presença da intolerância em torno de 70% da população brasileira, muitas pessoas não a conhecem. Por isso hoje vamos explicar por aqui sobre os tipos de intolerância e como conviver com essa deficiência do nosso organismo.

 

Intolerância à lactose tem cura

 

O que é a intolerância à lactose?

 

A intolerância à lactose é uma deficiência na produção da enzima lactase, que faz a digestão do açúcar presente nos produtos lácteos, sendo o leite e seus alimentos derivados. Neste caso há um acumulo no intestino, o que causa um desconforto a pessoa que possui a condição, devido à fermentação que acontece no organismo.

 

Quais os sintomas da intolerância à lactose?

 

Em geral, a pessoa começa a sentir os desconfortos alguns minutos após ingerir alimentos leitosos, mas não há um período padrão. Os principais são: distensão abdominal, cólicas, náuseas e vômitos, excesso de flatulências e diarreia, que pode progredir para assaduras ou até mesmo desenvolvimento de hemorroidas, já que devido a fermentação as fezes podem apresentar uma acidez acima do comum e ferir a região.

 

Qual a causa da intolerância à lactose?

 

A intolerância pode ser adquirida de 3 formas:

  • Primária: médicos afirmam que após a adolescência, o nosso corpo começa a reduzir a produção de lactase no organismo, sendo assim, pode ser desenvolvida a intolerância após essa fase. Esse, inclusive, é o mais comum e conhecido tipo;

 

  • Secundária: depois de contrair um tipo de doença que afeta o trato digestivo, a pessoa pode desenvolver a intolerância. Isso pode acontecer, por exemplo, com celíacos ou pacientes de quimioterapia. Nestes casos, após o tratamento da doença principal, é possível que a intolerância também reduza ou termine;

 

  • Congênita: este é o tipo mais raro existente. Neste caso é desenvolvido desde a gestação, fruto de uma anomalia genética.

 

Fatores de risco da intolerância à lactose

 

Além dos grupos acima, é sabido que algumas pessoas tendem a desenvolver mais essa condição. É importante salientar que não é regra, mas há mais incidências em: crianças prematuras (neste caso, dependendo do tempo da gestação, o bebê pode não ter desenvolvido totalmente o trato digestivo) e pessoas com ascendência africana, hispânica, asiática e americana.

 

Como é feito o diagnóstico da intolerância à lactose?

 

Após o paciente apresentar alguns dos sintomas descritos anteriormente, o especialista pode indicar que sejam feitos alguns exames para entender se há realmente a intolerância e também qual a procedência dela, para assim ter um tratamento mais eficaz e completo.

 

O principal é quando a pessoa recebe uma dose de lactose, então é medida a glicose para identificar os níveis de açúcar no organismo, neste caso, o correto é aumentar já que a lactose vai para a corrente sanguínea após a produção da lactase.

 

Depois, pode ser realizado o teste de respiração de hidrogênio, onde mais uma vez a pessoa recebe uma dose de lactose e depois de alguns minutos é medida a quantidade de hidrogênio na respiração, o correto é que os níveis sejam baixos, já que não expelimos em grande quantidade, mas se o corpo não está absorvendo corretamente ele estoca essa lactose no intestino, que por sua vez, fermenta esse açúcar e assim tem uma produção de gases fora do convencional.

 

O teste de acidez geralmente é realizado em pessoas que não podem passar pelos testes anteriores, principalmente crianças. Neste caso é medida a acidez uma vez que, quando ocorre a fermentação da lactose, o nosso organismo também produz ácido lático, além dos gases, esses que podem ser identificados nas fezes.

 

Quais os riscos de não cuidar da intolerância à lactose?

 

Além do desconforto, o paciente pode começar a evitar ingerir alimentos derivados de leite. A falta de cálcio, presente em maior quantidade em alimentos lácteos, acarreta doenças que podem ser irreversíveis, como a osteoporose. Por isso, é importante buscar alternativas para manter uma alimentação saudável e rica nos nutrientes que nosso corpo precisa.

 

Como cuidar da intolerância à lactose?

 

Engana-se quem pensa que as pessoas com intolerância devem viver apenas com alimentos sem lactose. Inclusive você pode conhecer mais sobre esse tipo de alimentação em nosso blog, clicando aqui. Apesar de hoje termos muitos alimentos no mercado para esse público, esse não é o único caminho a ser seguido, o primeiro passo é procurar um médico para pedir todas as orientações.

 

Depois de identificar a origem do problema, os especialistas podem ir atrás de uma abordagem confortável para cada tipo de paciente. Geralmente, no primeiro momento é alterada a dieta drasticamente, tirando todo o leite das refeições e depois inserindo aos poucos, para ver qual o limite que nosso corpo consegue absorver de forma saudável.

 

E então é indicado que seja aliada uma alimentação equilibrada com o uso de suplementos alimentares com lactase, para auxiliar na absorção pelo nosso corpo, tomando antes das refeições que possuam leite, assim o organismo volta a se adaptar com esse tipo de alimento.

 

É uma deficiência que pode contar com suplementos alimentares para auxiliar nos desconfortospor isso o paciente precisa entender a doença e depois criar uma rotina e uma alimentação de acordo com as necessidades do corpo.

 

Como escolher a suplementação?

 

A novidade Lactosil Flora contém a enzima lactase e o probiótico que pode contribuir com a saúde gastrointestinal. Acompanhe Lactosil nas redes sociais e saiba mais: estamos no Facebook e no Instagram.

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